quinta-feira, 3 de maio de 2012

A Dança da Fortuna e do Destino

"Vá e acorde sua sorte."
Provérbio persa

lâmina do tarot 
Roda da Fortuna 
(Deck Rider-Waite) 
Algumas pessoas tem sorte na vida e outras não. Não merece o rótulo de tolo ou fraco aquele que acredita no sorriso da Fortuna mas, merece os mesmos rótulos aquele que endossam que o Seu sorriso seja aleatório.
Ao nosso redor somos rodeados por diversas ligações energéticas - o que alguns bruxos chamam de A Teia - e estas ligações são estabelecida, regidas, alteradas, fortalecidas ou enfraquecidas de acordo com nosso Destino. E aqui cabe outra chamada à lucidez, que não seja chamado de conformado o homem que crê no Destino, mas que seja chamado de sábio aquele que creia que o mesmo seja forjado por nossas próprias mãos e que seja chamado de indolente aquele que creia que Ele seja determinado, ou melhor, sentenciado, por alguma força além de nossos próprios atos, pensamentos e omissões.
Nosso Destino é construído com base nestas linhas que formam a Grande Teia e, na confecção desta, participa espíritos e forças atraídos a nós pela lei da semelhança. Quando estas forças e espíritos atuam a nosso favor, chamamos a isso de sorte; quando elas atuam contra nós, chamamos de azar.
Um dos maiores desafios do peregrino é abrir seus olhos para ver que tudo vibra numa sinfonia perfeita de ação e reação e que a Fortuna concede Seus presentes de acordo com o merecimento. Que o Destino não é sentenciado senão pelas palavras de nossos próprios lábios. Se queres que a Fortuna sorria para ti, então deves cativá-la para tanto. Seja a forja de teu próprio Destino.