terça-feira, 11 de outubro de 2011

Oráculo

Bruxaria & Poesia

Donde vem este sangue
que corre por entre as veias
e queima como os quatros rios infernais?



 Donde vem esta música
doce como o canto da sereia
que desperta bestas abismais?

Donde vem este DNA
de linhagens de feiticeiras
e seres celestiais?

Pela glória e decadência
Pela imoralidade e decência
Pela fé e ciência
Pela benção e maldição
Pela lógica e contradição
Pela salvação
Pela eterna perdição
Pela perfeição
Da forja e do caldeirão

A voz do oráculo,
ecoa, sem humana razão


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