segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Da Origem das Almas

Tratados de Ciências Ocultas

Quanto a reencarnação no reino humano é comum que o estudante indague como pode se explica que no princípio havia tão poucos humanos e hoje somos em um número infinitamente superior. Pois bem, todas as almas são originadas da Anima Mundi e pode passar por processos de fragmentação contínuos, o propósito deste nascimento fica sujeito a especulações místicas, filosóficas e religiosas e cada sistema de crença possuirá suas próprias teorias.
Deste mecanismo de criação, uma constatação  relevante deve ser apontada: se a Anima Mundi e suas almas fossem ficar se dividindo apenas constantemente, elas se enfraqueceriam pela fragmentação ininterrupta; então, para evitar que isso aconteça, as almas, do mesmo modo que se separaram podem se unir e voltar à Anima Mundi. Este mecanismo pode ser verificado através da crença difundida das almas gêmeas, mas ao contrário do que se acredita popularmente, a alma pode se dividir em mais de duas partes. As partes que compõem uma alma fragmentada são ligadas entre si por um magnetismo forte, um desejo de união, uma força de atração superior dentre os homens conhecida como amor.
O amor é a força de coesão que permeia toda a Anima Mundi e a infinidade de almas humanas e não-humanas que dela se originam.

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