segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Baco Crucificado

Não é novidade para ninguém que o Cristianismo não seja original. Não no sentido de cópia - não assumirei um comportamento extremista anticristão - mas no sentido que ele contém símbolos e mitos universais que o precede. Dentre estes mitos, podemos destacar os temas de uma mulher trazendo o "mal" ao mundo relacionando-se a Pandora/Eva, o pão (grãos) transmutando-se numa deidade relacionando-se a Deméter/Eucaristia, etc. Embora o símbolo da cruz e o mito de um deus sacrificado também seja amplamente encontrado nas antigas culturas pré-cristãs, a imagem em especial de um deus crucificado parecia até então ser exclusivo do Cristianismo , apenas parecia:

Este amuleto incomum data do terceiro século d.C. É considerado como um encanto mágico e retrata uma figura crucificada do deus do vinho Baco. Acima da figura há uma lua crescente e sete estrelas de significado desconhecido. É incomum uma vez que retrata uma figura crucificada além de Cristo numa época que imagens similares de Jesus eram raras.
-traduzido de Crucified Bacchus, SymbolDictionery.net.


Seria este símbolo de uma heresia pagã? Ou cristã? Um culto de mistérios? Bruxaria talvez? Apenas folk magic? Sincretismo precoce? Infelizmente qualquer coisa que se afirme não passará de especulação. Meu palpite é que a imagem evidencia a universalidade de certos Mistérios.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Banho de Purificação com Boldo

Esta receita eu acabei de aprender com uma colega de trabalho (cristã por sinal). Receitou ela que, para o descanso do corpo e a purificação da alma, que tomassemos um banho com boldo-de-jardim (Plectranthus barbatus*).
A receita é simples: ferva a água, depois acrescente sete folhas de boldo. Tampe a panela e deixe-as em infusão por algum tempo. Após, tome o banho normal e, ao final dele, despeje a infusão já coada enquanto faz suas orações – nas palavras dela – “pedindo a Deus que retire todo o cansaço e mal de seu corpo através das ervas, dessa água verde...”



Creio ser uma tarefa importante para nós, desta terra de Vera Cruz, aprendermos o uso das ervas deste solo abençoado tanto pela praticidade (uma vez que a maioria das fontes sobre herbologia contém ervas européias, muitas de difícil acesso) quanto pelo resgate e preservação da cultura de nosso povo.


*para informações medicinais clique aqui

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Das Sete Auras Nefastas de Uma Ofensiva Mágica

Tratados de Magia e Feitiçaria

Bruxos, magistas e feiticeiros em geral utilizam-se da chamada magia de guerra, que, dentre outras práticas, incluem os feitiços de ataque, conjuros de maldições, malefícios, invocação de obssessores, amarrações e toda sorte de feitiços e rituais danosos para os mais variados propositos. Muitos os lançam para legítima defesa, própria ou de outrem, mas tantos outros os utilizam por mero capricho sendo de suma importância para qualquer bruxo saber reconhecer quando ele, alguém ou alguma coisa estão sob efeito destes feitiços para poder contra-atacá-los ou anular seus efeitos.
Ataques astrais e espirituais através de feitiços criam em torno do alvo (seja uma pessoa, um animal, um bem material, etc) diversas auras nefastas, campos energético-astrais perniciosos, que atrai os mais diversos tipos de acontecimentos ruins seja como resultado vibracional do feitiço ou mesmo como meio do próprio feitiço agir e que pode ser detectada através de alguns sinais: 

A Aura Nefasta da Praga
O primeiro sinal da presença de um feitiço de ataque é percebido pelo aumento anormal de insetos e animais peçonhentos (baratas e aranhas principalmente) em torno do alvo. Isto acontece porque estes animais são depuradores energéticos e são atraídos a locais de energia densa para cumprir seu trabalho.

A Aura Nefasta da Putrefação
Os processos de quebra e desintegração energética e astral causado pelos feitiços ofensivos se refletem no mundo material sendo evidenciado por uma frequencia anormal de putrefação de alimentos sob a aura nefasta dos mesmos.

A Aura Nefasta da Enfermidade
Seguindo a mesmo processo de quebra e desintegração dos padrões astrais e energéticos, a aura nefasta que recai sobre pessoas, animais e plantas em torno do alvo pode fazer com que eles sejam acometidos frequentemente por enfermidades e desequilíbrios físicos sendo a letargia a mais recorrente.

A Aura Nefasta do Azar
Pessoas e locais sob ataque de um feitiço podem sofrer de azar generalizado, indicando geralmente a presença de entidades e espíritos malfazejos agindo para que tais eventos infelizes aconteçam como desencontros com pessoas importantes, acidentes, perdas financeiras, perda de emprego, etc.

A Aura Nefasta da Hostilidade
Uma pessoa, animal ou lugar sob a aura nefasta podem se tornar vítimas potenciais de hostilidades por parte de outros seres como discussões e agressões gratuitas. Certamente as discussões são constantes num local que esteja sob ataque mágico. A hostilidade e discórdia podem ser incitadas tanto por padrão de desequilíbrio energético originado pela aura nefasta quanto pela intervenção e sugestão de entidades mal-intencionadas.

A Aura Nefasta do Pesadelo
Os feitiços de ataque perturbam as frequencias energéticas e estrais da pessoa sob sua influencia causando-lhe pesadelos recorrentes sempre com os mesmos simbolismos ligados a natureza do feitiço ou mesmo insônia severa. Pesadelos também podem ser causados por ataques astrais das entidades conjuradas.

A Aura Nefasta da Loucura
Os padrões psíquicos desestruturados pela aura nefasta, acompanhado frequentemente por espíritos malfazejos, pode fazer com que o alvo se torne agressivo e também seja acometido por alucinações, sensação de desespero, depressão, pânico, alienação e toda sorte de desequilíbrios mentais e emocionais.